Melhores decisões no departamento de emergência

Como um grande hospital reduziu o tempo Door-to-Provider em 46%, otimizou o dimensionamento de equipes e diminuiu o tempo de permanência.

Seja chamado de congestionamento ou superlotação, departamentos de emergência em todo o país buscam maneiras de atender, com segurança e eficiência, um número crescente de pacientes todos os dias. Nesse hospital, o impacto do aumento de atendimentos no departamento de emergência (ED) foi avaliado por meio da construção de um modelo computacional preciso do departamento. O modelo, criado usando uma das soluções de planejamento digital da EYF, possibilitou testar três cenários-chave de “e se” e compreender o impacto de mudanças potenciais.

Objetivos:

  • Reduzir o tempo de permanência do paciente (Length of Stay – LOS)
  • Reduzir o tempo Door to Provider
  • Otimizar as horas de dimensionamento da equipe
  • Avaliar cenários operacionais para apoiar decisões que melhorem o fluxo de pacientes e a capacidade no departamento de emergência

Resultados:

  • Redução de 8% no tempo Door to Provider para pacientes de menor gravidade
  • Redução de 27% no LOS para pacientes de menor gravidade
  • Redução de 46% no tempo Door to Provider
  • Capacidade de definir níveis ótimos de equipe para enfermeiros e médicos

Atendimento mais rápido para pacientes de menor gravidade

O que aconteceria se pacientes de menor gravidade fossem atendidos em uma unidade separada? A Unidade de Atendimento Rápido (RCU) foi projetada exatamente para isso. Essa unidade dedicada tem um processo mais enxuto, permitindo que uma equipe liderada por médicos atenda mais pacientes sem comprometer a qualidade do cuidado, ao mesmo tempo em que libera capacidade de leitos em outras áreas para casos mais graves. Essa é a teoria, pelo menos. A única forma de ter confiança real é validar o desempenho dessa unidade dentro do departamento como um todo.

O hospital incorporou o cenário da RCU ao modelo para compará-lo com dados reais e com a variabilidade do mundo real. Os resultados mostraram que pacientes de menor gravidade atendidos na RCU poderiam ter uma redução de 8% no tempo Door-to-Provider e uma redução de 27% no Length of Stay (tempo de permanência).

Uma abordagem melhor para a triagem

O que aconteceria se um médico participasse da triagem? Parece uma melhoria óbvia, mas essa mudança às vezes pode desacelerar a triagem ou gerar desafios de dimensionamento de equipe. Em uma proposta de Avaliação Rápida (REV), um médico avaliaria o paciente mais cedo e iniciaria solicitações e condutas clínicas com maior antecedência. O hospital testou esse cenário no modelo e observou uma redução de 46% no tempo Door-to-Provider. Também foi identificado que a etapa final do processo sofria um leve impacto sem a adição de recursos, o que ajudou a evitar efeitos indesejados mais adiante.

Decisões mais inteligentes de dimensionamento de equipe

Qual é o melhor plano de escala? Essa é a pergunta de ouro que todos gostariam de responder. O hospital usou o modelo para tratar desse tema. Primeiro, foram coletados dados do volume de pacientes do pronto-socorro (ED census) e da proporção enfermeiro/paciente para definir níveis ideais de equipe a cada hora. Essas informações foram incorporadas ao modelo, e o painel visual da solução foi utilizado para validar continuamente o impacto sobre métricas críticas de atendimento ao paciente. O hospital também avaliou e apresentou múltiplos cenários de equipe para atender a diferentes restrições orçamentárias.

Melhorar o tempo Door-to-Provider era uma prioridade fundamental; por isso, a REV e sua redução de 46% nessa métrica central representaram uma grande vitória para o departamento. Como resultado do estudo, o hospital implementou a RCU de forma permanente, está em processo de implementação da REV e ampliou com sucesso a equipe do departamento de emergência.

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